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Libras - Língua de Sinais Brasileira
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quinta-feira, 29 de janeiro de 2015
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
sábado, 14 de agosto de 2010
Quanto à Língua de Sinais
Quais são os termos corretos?
Linguagem de Sinais?
Linguagem Brasileira de Sinais?
Língua de Sinais?
Língua dos Sinais?
Língua Brasileira de Sinais?
Língua de Sinais Brasileira?
Libras?
LIBRAS?
Em primeiro lugar, trata-se de uma língua e não de uma linguagem. Assim, ficam descartados os termos “linguagem de sinais” e “Linguagem Brasileira de Sinais”. De acordo com Fernando Capovilla, “Língua define um povo. Linguagem, um indivíduo. Assim, do mesmo modo como o povo brasileiro é definido por uma língua ou idioma em comum, o Português (que o distingue dos povos de todos os países com os quais o nosso faz fronteira), a comunidade surda brasileira é definida por uma língua em comum, a Língua de Sinais Brasileira. Assim, em Psicologia e Educação, quando falamos em desenvolvimento da linguagem (quer oral, escrita ou de sinais) e em distúrbios da linguagem (afasias, alexias, agrafias), estamos nos referindo ao nível do indivíduo”. (Capovilla, comunicação pessoal, em 8/6/01)
Em segundo lugar, o correto é “Língua de Sinais” porque se trata de uma língua viva e, portanto, a quantidade de sinais está em aberto, podendo ser acrescentados novos sinais. Quando se diz “língua dos sinais”, fica implícito que a quantidade de sinais já está fechada.
Em terceiro lugar, o nome correto é “Língua de Sinais Brasileira” (ou “Língua de sinais brasileira”), pois Língua Brasileira não existe. O termo “Língua de Sinais” constitui uma unidade vocabular, ou seja, funciona como se as três palavras (língua, de e sinais) fossem uma só. Então, adjetivamos cada “língua de sinais” existente no mundo. Língua de Sinais Brasileira, Língua de Sinais Americana, Língua de Sinais Mexicana, Língua de Sinais Francesa etc.
Conforme Fernando Capovilla, “Língua de Sinais é uma unidade, que se refere a uma modalidade lingüística quiroarticulatória-visual e não oroarticulatória-auditiva. Assim, há Língua de Sinais Brasileira (porque é a Língua de Sinais desenvolvida e empregada pela comunidade surda brasileira, há Língua de Sinais Americana, Francesa, Inglesa, e assim por diante. Não existe uma Língua Brasileira (de sinais ou falada). Além disso, a propósito, se traduzirmos American Sign Language obteremos Língua de Sinais Americana e não Língua Americana de Sinais”. (Capovilla, comunicação pessoal, em 8/6/01).
Em quarto lugar, a sigla correta é “Libras” e não “LIBRAS” (ver explicação no próximo parágrafo). Quando foi divulgado o uso da sigla “LIBRAS”, explicava-se esta sigla da seguinte forma: LI de Língua, BRA de Brasileira, e S de Sinais. Com a grafia “Libras”, a sigla significa: Li de Língua de Sinais, e bras de Brasileira.
De acordo com Fernando Capovilla, “o Dicionário de Libras (Capovilla & Raphael, 2001) adotou a norma do Português, segundo a qual se uma sigla for pronunciável como se fosse uma palavra (Fapesp, Feneis) ela deve ser escrita com apenas a inicial maiúscula; e se ela não for pronunciável como uma palavra, mas apenas como uma série de letras (CNPq, BNDES), ela deve ser escrita em maiúsculas. Por isso, o Dicionário de Libras de Capovilla e Raphael (2001) escreve Libras e Feneis com apenas as iniciais maiúsculas, como deve ser em bom Português. Libras é um termo consagrado pela comunidade surda brasileira, e com o qual ela se identifica. Ele é consagrado pela tradição e é extremamente querido por ela. A manutenção deste termo indica nosso profundo respeito para com as tradições deste povo a quem desejamos ajudar e promover, tanto por razões humanitárias quanto de consciência social e cidadania. Finalmente, quando se trata de publicação menos técnica em Português, recomendo o uso de Libras. Como é um termo curto, prescinde de abreviatura. Além disso, tem forte apelo emocional para os leitores surdos que, então, saberão que estamos nos referindo à língua deles. E como temos profundo respeito pela comunidade surda brasileira e pela sua língua, o mínimo que nós, ouvintes, podemos e devemos fazer é usar o mesmo termo que essa comunidade usa quando se refere à sua língua em nossa língua, o Português. Além disso, é uma forma de procurar engajar o leitor surdo em tudo o que se refere à sua língua para que ele possa participar ativamente” (Capovilla, comunicação pessoal, em 8/6/01).
Linguagem de Sinais?
Linguagem Brasileira de Sinais?
Língua de Sinais?
Língua dos Sinais?
Língua Brasileira de Sinais?
Língua de Sinais Brasileira?
Libras?
LIBRAS?
Em primeiro lugar, trata-se de uma língua e não de uma linguagem. Assim, ficam descartados os termos “linguagem de sinais” e “Linguagem Brasileira de Sinais”. De acordo com Fernando Capovilla, “Língua define um povo. Linguagem, um indivíduo. Assim, do mesmo modo como o povo brasileiro é definido por uma língua ou idioma em comum, o Português (que o distingue dos povos de todos os países com os quais o nosso faz fronteira), a comunidade surda brasileira é definida por uma língua em comum, a Língua de Sinais Brasileira. Assim, em Psicologia e Educação, quando falamos em desenvolvimento da linguagem (quer oral, escrita ou de sinais) e em distúrbios da linguagem (afasias, alexias, agrafias), estamos nos referindo ao nível do indivíduo”. (Capovilla, comunicação pessoal, em 8/6/01)
Em segundo lugar, o correto é “Língua de Sinais” porque se trata de uma língua viva e, portanto, a quantidade de sinais está em aberto, podendo ser acrescentados novos sinais. Quando se diz “língua dos sinais”, fica implícito que a quantidade de sinais já está fechada.
Em terceiro lugar, o nome correto é “Língua de Sinais Brasileira” (ou “Língua de sinais brasileira”), pois Língua Brasileira não existe. O termo “Língua de Sinais” constitui uma unidade vocabular, ou seja, funciona como se as três palavras (língua, de e sinais) fossem uma só. Então, adjetivamos cada “língua de sinais” existente no mundo. Língua de Sinais Brasileira, Língua de Sinais Americana, Língua de Sinais Mexicana, Língua de Sinais Francesa etc.
Conforme Fernando Capovilla, “Língua de Sinais é uma unidade, que se refere a uma modalidade lingüística quiroarticulatória-visual e não oroarticulatória-auditiva. Assim, há Língua de Sinais Brasileira (porque é a Língua de Sinais desenvolvida e empregada pela comunidade surda brasileira, há Língua de Sinais Americana, Francesa, Inglesa, e assim por diante. Não existe uma Língua Brasileira (de sinais ou falada). Além disso, a propósito, se traduzirmos American Sign Language obteremos Língua de Sinais Americana e não Língua Americana de Sinais”. (Capovilla, comunicação pessoal, em 8/6/01).
Em quarto lugar, a sigla correta é “Libras” e não “LIBRAS” (ver explicação no próximo parágrafo). Quando foi divulgado o uso da sigla “LIBRAS”, explicava-se esta sigla da seguinte forma: LI de Língua, BRA de Brasileira, e S de Sinais. Com a grafia “Libras”, a sigla significa: Li de Língua de Sinais, e bras de Brasileira.
De acordo com Fernando Capovilla, “o Dicionário de Libras (Capovilla & Raphael, 2001) adotou a norma do Português, segundo a qual se uma sigla for pronunciável como se fosse uma palavra (Fapesp, Feneis) ela deve ser escrita com apenas a inicial maiúscula; e se ela não for pronunciável como uma palavra, mas apenas como uma série de letras (CNPq, BNDES), ela deve ser escrita em maiúsculas. Por isso, o Dicionário de Libras de Capovilla e Raphael (2001) escreve Libras e Feneis com apenas as iniciais maiúsculas, como deve ser em bom Português. Libras é um termo consagrado pela comunidade surda brasileira, e com o qual ela se identifica. Ele é consagrado pela tradição e é extremamente querido por ela. A manutenção deste termo indica nosso profundo respeito para com as tradições deste povo a quem desejamos ajudar e promover, tanto por razões humanitárias quanto de consciência social e cidadania. Finalmente, quando se trata de publicação menos técnica em Português, recomendo o uso de Libras. Como é um termo curto, prescinde de abreviatura. Além disso, tem forte apelo emocional para os leitores surdos que, então, saberão que estamos nos referindo à língua deles. E como temos profundo respeito pela comunidade surda brasileira e pela sua língua, o mínimo que nós, ouvintes, podemos e devemos fazer é usar o mesmo termo que essa comunidade usa quando se refere à sua língua em nossa língua, o Português. Além disso, é uma forma de procurar engajar o leitor surdo em tudo o que se refere à sua língua para que ele possa participar ativamente” (Capovilla, comunicação pessoal, em 8/6/01).
Quanto à Pessoa do Surdo
COMO CHAMAREMOS ESTA PESSOA?
COMO NOS REFERIREMOS A ELA?
Surda?
Pessoa surda?
Deficiente auditiva?
Pessoa com deficiência auditiva?
Portadora de deficiência auditiva?
Pessoa portadora de deficiência auditiva?
Portadora de surdez?
Pessoa portadora de surdez?
Em primeiro lugar, vamos parar de dizer ou escrever a palavra “portadora” (como substantivo e como adjetivo). A condição de ter uma deficiência faz parte da pessoa e esta pessoa não porta sua deficiência. Ela tem uma deficiência. Tanto o verbo “portar” como o substantivo ou adjetivo “portadora” não se aplicam a uma condição inata ou adquirida que está presente na pessoa.
Por exemplo, uma pessoa pode portar um guarda-chuva se houver necessidade e deixá-lo em algum lugar por esquecimento ou por assim decidir. Não se pode fazer isto com uma deficiência, é claro.
Todos conhecem o fato de que alguns surdos não gostam de ser considerados deficientes auditivos e o fato de que algumas pessoas deficientes auditivas não gostam de ser consideradas surdas. Também existem pessoas surdas ou com deficiência auditiva que são indiferentes quanto a serem consideradas surdas ou deficientes auditivas.
A origem dessa diversidade de preferências está no grau da audição afetada.
No plano pessoal, a decisão quanto a usar o termo “Pessoa com Deficiência Auditiva” ou os termos “Pessoa Surda” e ”Surda”, fica por conta de cada pessoa. Geralmente, pessoas com perda parcial da audição referem-se a si mesmas com tendo uma deficiência auditiva. Já as que têm perda total da audição preferem ser considerada surda.
Mas no plano formal, estatístico, convencionou-se mundialmente adotar a seguinte classificação;
deficiência física
deficiência intelectual
deficiência auditiva
deficiência visual
deficiência múltipla
Por esta classificação, entendemos que, não obstante tenha a “Deficiência Auditiva” o mesmo significado de “surdez”, ficaria confuso trocar apenas esses dois termos um pelo outro. O mesmo acontece com “Deficiência Visual” e “Cegueira”. Se a troca fosse feita, a classificação das deficiências ficaria, por exemplo, assim:
deficiência física
deficiência intelectual
surdez
cegueira
deficiência múltipla
Nada justifica especificarmos a surdez e a cegueira, se não especificarmos cada um dos inúmeros tipos de deficiência física e de deficiência múltipla, além de cada um dos variados tipos de apoio dos quais dependem as pessoas com deficiência intelectual (não mais classificada em leve, moderada, severa e profunda, a partir de 1992).
Concluindo, devemos utilizar criteriosamente cada um dos termos. Num contexto formal, estatístico, falaremos em Pessoas com Deficiência Auditiva referindo-nos ao grupo como um todo, especificando ou não os graus de perda auditiva e a quantidade de pessoas existentes em cada nível de surdez.
E, em situações pessoais, informais, coloquiais, diremos e escreveremos Surdos, Pessoas Surdas, Comunidade Surda, Comunidade dos Surdos, quantidade de pessoas por nível de surdez, comunicação entre os Surdos, comunicação com os Surdos, comunicação dos Surdos, os Sinais que os Surdos utilizam etc.
quarta-feira, 9 de junho de 2010
5° Congresso com Surdos em Marilia/SP














Nosso Ministério realizou no ultimo dia 30 de Maio de 2010 na Igreja Ev. Ass. de Deus (Belém) em Marília na Rua Nove de Julho, 1413 - Centro, o 5° Congresso com Surdos.
Preletor: Adriano Wakamatsu e a Intérprete de Libras: Aline Baggio, onde almas se derreteram aos pés de Cristo...cada ano que passa nosso Ministério supera mais e mais...só tenho a agradecer a Deus pelas bênçãos infinitas e pela amizade sincera do Adriano e Aline Baggio.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Coral Liberdade de Expressão




Esta apresentação foi no Congresso de Jovens na igreja sede Assembleia de Deus (Ministério Belém) Marília/SP, Jd. Ohara 14/ 02/ 2010. Estava reunidos neste Congresso cerca de 2 mil pessoas sob a liderança do Pr. Presidente Elandi Mariano da Silva.
Nosso coral tem 15 integrantes entre Surdos e Intérpretes.
Em Marcos cap. 16 vers. 15 diz: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Fim de Ano 2009
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
* Cursos de LIBRAS
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
* Não julgueis
NÃO julgueis, para que não sejais julgados.
Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
E porque reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
Ou como dirás ao teu irmão: deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu?
Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. Mateus cap. 7 vers. 1 – 5
As palavras de Jesus foram muito bem enfatizadas ao referir ao julgamento temerário, não devemos tirar conclusões baseada apenas nas condições físicas de uma pessoa, precisamos ter sabedoria para julgarmos as condições em que se encontra a situação.
Acha que por simples olhar podes tu conhecer o profundo do coração?
Na igreja as pessoas devem possuir um mesmo objetivo principal: Cultuar a Deus e ajudarem umas as outras a crescerem espiritualmente e não criar situações dificultando o trabalho que nosso Mestre tem confiado em nossas mãos. Será que não percebe que o Espírito Santo está vendo? Sendo ele próprio Deus criador não conhece o coração do homem? Acha certo julgar sem mesmo saber o que se passa dentro do coração?
Todos nós precisamos uns dos outros.
Temos dons e talentos dados por Deus para nos relacionarmos, ajudarmos os que estão a nossa volta e sermos canais de Deus para com aqueles menos favorecidos e é essencial, que as pessoas conversem se conheçam mais, troquem idéias e criem assim laços de relacionamento amigável, para poderem ajudar umas as outras no que precisarem.
Igreja é corpo de Cristo, o mundo está cheio de malicias e rancores, se porventura nos associarmos a ele estaremos nos igualando ao que no mundo reina.
Reverenciamos a Deus através da atenção dada para aqueles que estão dirigindo aquela reunião, na liderança de um grupo que por mais insignificante que pense, saiba que está nos planos de Deus e seus planos não podem jamais serem frustrados, louvemos ao Senhor juntos e façamos a parte que nos cabe para o bom procedimento do culto, para adorarmos ao Senhor e recebermos tudo o que Ele tem para nós, dando liberdade ao fluir do Espírito Santo de forma coletiva.
Em Mateus cap.7 vers. 16 – 20 diz:
Por seus frutos os conhecereis.
Porventura colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?
Assim, toda a arvore boa produz bons frutos, e toda a arvore má produz frutos maus.
Não pode a arvore boa dar maus frutos; nem a arvore má dar frutos bons.
Toda a arvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Há sempre alguém lançando pedras na tentativa de derrubar os frutos de uma arvore, você tem visto alguém jogando pedras em folhas e galhos secos, acredito que não! Não sejamos hipócritas!
Viva em santidade!
Isso é muito fácil, basta ter prazer na Palavra de Deus, e deixá-la mudar sua forma de pensar e de agir, priorizando o coletivo.
Santifique-se na Verdade para que outros sejam santificados através do exemplo da sua vida, pratique e desfrute do poder que age sobre você todos os dias, vivendo e andando no Espírito.
by. Trovarely Gareh
Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós.
E porque reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho?
Ou como dirás ao teu irmão: deixa-me tirar o argueiro do teu olho; estando uma trave no teu?
Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão. Mateus cap. 7 vers. 1 – 5
As palavras de Jesus foram muito bem enfatizadas ao referir ao julgamento temerário, não devemos tirar conclusões baseada apenas nas condições físicas de uma pessoa, precisamos ter sabedoria para julgarmos as condições em que se encontra a situação.
Acha que por simples olhar podes tu conhecer o profundo do coração?
Na igreja as pessoas devem possuir um mesmo objetivo principal: Cultuar a Deus e ajudarem umas as outras a crescerem espiritualmente e não criar situações dificultando o trabalho que nosso Mestre tem confiado em nossas mãos. Será que não percebe que o Espírito Santo está vendo? Sendo ele próprio Deus criador não conhece o coração do homem? Acha certo julgar sem mesmo saber o que se passa dentro do coração?
Todos nós precisamos uns dos outros.
Temos dons e talentos dados por Deus para nos relacionarmos, ajudarmos os que estão a nossa volta e sermos canais de Deus para com aqueles menos favorecidos e é essencial, que as pessoas conversem se conheçam mais, troquem idéias e criem assim laços de relacionamento amigável, para poderem ajudar umas as outras no que precisarem.
Igreja é corpo de Cristo, o mundo está cheio de malicias e rancores, se porventura nos associarmos a ele estaremos nos igualando ao que no mundo reina.
Reverenciamos a Deus através da atenção dada para aqueles que estão dirigindo aquela reunião, na liderança de um grupo que por mais insignificante que pense, saiba que está nos planos de Deus e seus planos não podem jamais serem frustrados, louvemos ao Senhor juntos e façamos a parte que nos cabe para o bom procedimento do culto, para adorarmos ao Senhor e recebermos tudo o que Ele tem para nós, dando liberdade ao fluir do Espírito Santo de forma coletiva.
Em Mateus cap.7 vers. 16 – 20 diz:
Por seus frutos os conhecereis.
Porventura colhem-se uvas dos espinheiros ou figos dos abrolhos?
Assim, toda a arvore boa produz bons frutos, e toda a arvore má produz frutos maus.
Não pode a arvore boa dar maus frutos; nem a arvore má dar frutos bons.
Toda a arvore que não dá bom fruto corta-se e lança-se no fogo.
Portanto, pelos seus frutos os conhecereis.
Há sempre alguém lançando pedras na tentativa de derrubar os frutos de uma arvore, você tem visto alguém jogando pedras em folhas e galhos secos, acredito que não! Não sejamos hipócritas!
Viva em santidade!
Isso é muito fácil, basta ter prazer na Palavra de Deus, e deixá-la mudar sua forma de pensar e de agir, priorizando o coletivo.
Santifique-se na Verdade para que outros sejam santificados através do exemplo da sua vida, pratique e desfrute do poder que age sobre você todos os dias, vivendo e andando no Espírito.
by. Trovarely Gareh
sábado, 5 de dezembro de 2009
* SURDO x SURDEZ
Surdo Conforme o Decreto Federal nº 5.626/05, considera-se pessoa surda àquela que, por ter perda auditiva, compreende e interage com o mundo por meio de experiências visuais, manifestando sua cultura principalmente pelo uso da Língua de Sinais Brasileira – Libras.
O que é a Língua de Sinais? A Língua de Sinais é a forma de comunicação dos Surdos. É uma língua visual-espacial que, diferente das línguas oral-auditivas, como o português, se utiliza da visão para ser aprendida e de elementos corporais e faciais. As palavras, ou, os “sinais”, são organizados em movimentos no espaço, para constituir unidades de sentido.
Você sabia que...? Cada país tem uma língua de sinais própria e que a LIBRAS é a Língua Brasileira de Sinais?
A LIBRAS foi oficializada no Brasil em 24 de Abril de 2002 pela Lei Federal 10.436 e regulamentada pelo Decreto Federal 5.626/05 ?
O estado do Paraná foi um dos primeiros a oficializar a LIBRAS pela Lei 12.095/98 ?
As crianças surdas tem o direito a uma educação bilíngue, isto é, aprender a LIBRAS e a Língua Portuguesa na escola ?
O Alfabeto Manual é apenas um recurso utilizado para soletrar nomes próprios e empréstimos linguísticos do portugues ?
As pessoas surdas tem direito a um Intérprete de LIBRAS na escola, nos hospitais, nos órgãos públicos, etc. ?
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
* Saúde
CONDILOMA ACUMINADO OU VERRUGAS VENÉREAS
Infecção de caráter crônico geralmente transmitida sexualmente
•Agente Etiológico – Papiloma Vírus Humano (HPV)
•Reservatório – O ser Humano
•Período de Incubação – De um a seis meses
•Período de Transmissão – Enquanto houver lesão
•Modo de Transmissão – Direto, por contato sexual
•Quadro Clinico – Tumores moles, úmidos e pequenos, róseos ou vermelhos, que crescem rapidamente; geralmente são encontrados vários deles na mesma área, conferindo à erupção uma aparência de couve-flor.
•Meios Diagnósticos – Biópsia, para excluir a hipótese de carcinomatose
•Tratamento – Não há tratamento completamente satisfatório.
HERPES SIMPLES
É uma infecção viral que se caracteriza pelo aparecimento de pequenas vesículas cheias de um liquido claro sobre a pele e membranas mucosas das zonas próximas aos orifícios naturais do organismo.
O agente causador pertence ao grupo dos HERPES VIRUS, do qual se distinguem dois tipos principais: um que ataca a boca e os olhos e outro que afeta os genitais.
A forma mais comum de herpes é o chamado labial recidivante que pode chegar a afetar as aletas nasais e o mento.
A enfermidade costuma aparecer quando baixam as defesas do organismo às custas de resfriados, menstruação, inflamações, indigestão ou por afecções do tipo pneumonia pneumocócica ou meningite meningocócica.
As manifestações começam com uma ligeira sensação de queimação nos lábios, na conjuntiva, na córnea e nos órgãos genitais, e logo em seguida, aparecem vesículas pequenas e tensas, que entre 7 a 10 dias após o processo iniciado, começam a secar formando uma crosta amarela: a cura completa ocorre cerca de três semanas depois e não deixa cicatrizes.
Esta infecção pode se generalizar e produzir encefalite herpética, etc. Existe também uma forma de infecção generalizada que aparece nos recém-nascidos, especial-mente se são prematuros e sua mãe sofre de vulvaginite herpética.
O tratamento médico consiste em aplicar pomadas refrescantes ou anestésicas sobre as zonas afetadas para acalmar a dor que causam as vesículas e evitar as sobre infecções. Também deve se tratar às lesões oculares.
Infecção de caráter crônico geralmente transmitida sexualmente
•Agente Etiológico – Papiloma Vírus Humano (HPV)
•Reservatório – O ser Humano
•Período de Incubação – De um a seis meses
•Período de Transmissão – Enquanto houver lesão
•Modo de Transmissão – Direto, por contato sexual
•Quadro Clinico – Tumores moles, úmidos e pequenos, róseos ou vermelhos, que crescem rapidamente; geralmente são encontrados vários deles na mesma área, conferindo à erupção uma aparência de couve-flor.
•Meios Diagnósticos – Biópsia, para excluir a hipótese de carcinomatose
•Tratamento – Não há tratamento completamente satisfatório.
HERPES SIMPLES
É uma infecção viral que se caracteriza pelo aparecimento de pequenas vesículas cheias de um liquido claro sobre a pele e membranas mucosas das zonas próximas aos orifícios naturais do organismo.
O agente causador pertence ao grupo dos HERPES VIRUS, do qual se distinguem dois tipos principais: um que ataca a boca e os olhos e outro que afeta os genitais.
A forma mais comum de herpes é o chamado labial recidivante que pode chegar a afetar as aletas nasais e o mento.
A enfermidade costuma aparecer quando baixam as defesas do organismo às custas de resfriados, menstruação, inflamações, indigestão ou por afecções do tipo pneumonia pneumocócica ou meningite meningocócica.
As manifestações começam com uma ligeira sensação de queimação nos lábios, na conjuntiva, na córnea e nos órgãos genitais, e logo em seguida, aparecem vesículas pequenas e tensas, que entre 7 a 10 dias após o processo iniciado, começam a secar formando uma crosta amarela: a cura completa ocorre cerca de três semanas depois e não deixa cicatrizes.
Esta infecção pode se generalizar e produzir encefalite herpética, etc. Existe também uma forma de infecção generalizada que aparece nos recém-nascidos, especial-mente se são prematuros e sua mãe sofre de vulvaginite herpética.
O tratamento médico consiste em aplicar pomadas refrescantes ou anestésicas sobre as zonas afetadas para acalmar a dor que causam as vesículas e evitar as sobre infecções. Também deve se tratar às lesões oculares.
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